Dicas para a namorada moderna de vampiros e lobisomens

Como já disse outras vezes, basta ler “vampiro” na capa de um livro pra eu me interessar de olhar a publicação. Foi assim que cheguei em dois títulos, praticamente iguais em formato, de Sophie Collins: “Como Amar um Lobisomem” e “ Como Namorar um Vampiro”. Diferentemente de outras criações que me encantaram pela proposta, porém, esses aqui não valeram o esforço.

Ou ao menos não valeram pra mim, que já passei há anos da fase de acreditar que as revistas adolescentes diziam mesmo como alguém naquela faixa etária pensava/agia/sentia as coisas. E a comparação é praticamente literal – os dois livros, mesmo tendo a tradicional divisão em capítulos, são basicamente um apanhado de pequenos textos que poderiam ser lidos na “Capricho Trevas” de Bon Temps (aliás, taí: certeza que a fonte de informação seria super útil pra Jessica Hamby).

Tudo bem, é claro que no meio de testes como “amigo ou inimigo peludo” ou em dicas como “saindo com a turma dele” há uma série de conselhos interessantes, independentemente de o motivo do coração de uma garota bater mais forte seja ou não um morto-vivo. Ainda assim, não me convenceu.

Com cara (e espaços) de diário, coloridinho e com um bonito acabamento visual, talvez faça mais sentido para um público que esteja se iniciando agora no mundo das revistas femininas teens – e que tenha amado “Crepúsculo”.

“Como Amar um Lobisomem”
“Como Namorar um Vampiro”
Sophie Collins
130 páginas
Editora Pensamento

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